Levar um 6X1 é triste. Quando se apanha do atual Vasco então, torna-se perturbador.
O Galo, do ex-técnico Gallo (demitido após a partida), essas curiosas e neste caso, terríveis coincidências do futebol, se apruma para que seu Centenário seja inesquecível. Com o segundo rebaixamento.
O Grêmio resolveu ganhar mais uma, desta vez do "temível Coxa no Couto Pereira", com um gol solitário em bela cabeçada do horroroso Marcel. Líder novamente, como deve terminar o primeiro turno.
E ainda teve Sport 3X1 Ipatinga na Ilha do Retiro. Dois times que não representam absolutamente nada a quem aqui lê, tanto quanto a quem vos escreve, portanto, nada mais a se comentar.
Rodada com os da ponta vencendo o que forma dois blocos distintos no campeonato. Do São Paulo pra baixo na tabela, incluindo-se Internacional, não há muito o que se esperar até o fim do campeonato.
Exceto, claro, pela bela briga pra fugir da zona do rebaixamento. Essa eu vou ver de camarote.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Ele voltou...
O que começou sendo um massacre, empolgando os quase 27 mil torcedores no Palestra, acabou como um magro 1X0 no placar, mas um gigante resultado pra tabela.
Antes de qualquer comentário mais profundo da partida, vale iniciar destacando quem merece vestir este manto sagrado.
São Marcos, que fez um milagre em uma bola desviada e acertou todas as saídas de gol de forma impressionante, com murros na bola como se ela, a redonda, tivesse um brasão em forma de âncora ou cueca, sei lá. Um gigante, a cada dia mais palmeirense e apaixonado por estas cores, ídolo verdadeiro, sem passado obscuro e papéis com timbre da China na mesa da diretoria. Mais do que um ídolo, a cara de um time que será campeão brasileiro.
Voltando ao início, como deve ser, o Palmeiras em noite inspiradíssima de Diego Souza no primeiro tempo só não abriu o marcador antes por esses malditos detalhes do futebol. A primeira cabeçada de Alex Mineiro normalmente seria gol, assim como o lindo chute do nosso camisa 7 que o goleiro buscou em uma linda defesa.
Mas não era pro gol sair assim, de forma tão simples. Ele aguardava o momento certo e mais, a pessoa certa.
E a bola caiu em seus pés. Com uma rápida espiada para a direita viu Sandro Silva chegando e lhe apontou com o dedo onde deveria estar. Um toque curto e preciso, finalizado com um bico, chutando para o alto todos os críticos que agora posarão de donos da verdade com seus discursos falaciosos e superficiais.
A bola já havia procurado Valdívia antes. Mas, como quem acorda de um sono profundo, preferiu deixá-la de lado e chutar apenas o vento. Valdivia estava de volta, de corpo e agora alma.
Correu, driblou, caiu um pouco mais do que deveria, levou seu injusto cartão amarelo. As coisas parecem funcionar para nosso Mago apenas quando o tempero é completo e o jogo, fundamental. Deixou Sandro Silva se ajoelhar depois e agradecer a Deus pelo gol. Tinha feito sua parte, em um ordinário lance na segunda etapa. Mas o suficiente para mostrar a todos o que o diferencia dos demais. Valdívia realmente é um jogador complicado. De se prever e, obviamente, se marcar.
Dali em diante apenas a espera pelo apito final. Alguns sustos, algumas oportunidades, mas nada que realmente fosse capaz de mudar a rotação da Terra. Simplesmente porque a bola já não passava mais por seus pés, estava fora de campo, no vestiário ou sabe-se lá onde, temperamental como se permite apenas que os craques sejam.
Logo que saiu de campo, porém, teve tempo para esticar o braço e cumprimentar Caio Jr. Deve ter, naquele rápido instante, agradecido as oportunidades que o pequeno lhe deu. E pensava, apenas para si, que tinha demonstrado ao ex-chefe que aprendeu muito. E ainda pode agraciá-lo com seu futebol.
O Palmeiras vai rumo ao topo, pronto para terminar o turno na liderança e arrancar na hora certa. Com a precisão de Alex Mineiro, a garra interminável e incansável de Kléber, as furadas de Gladstone. Nada importa, quando se vê o Palmeiras pela frente, dentro de sua casa, os adversários apenas tremem.
Nada mais resta às nossas vítimas.
Antes de qualquer comentário mais profundo da partida, vale iniciar destacando quem merece vestir este manto sagrado.
São Marcos, que fez um milagre em uma bola desviada e acertou todas as saídas de gol de forma impressionante, com murros na bola como se ela, a redonda, tivesse um brasão em forma de âncora ou cueca, sei lá. Um gigante, a cada dia mais palmeirense e apaixonado por estas cores, ídolo verdadeiro, sem passado obscuro e papéis com timbre da China na mesa da diretoria. Mais do que um ídolo, a cara de um time que será campeão brasileiro.
Voltando ao início, como deve ser, o Palmeiras em noite inspiradíssima de Diego Souza no primeiro tempo só não abriu o marcador antes por esses malditos detalhes do futebol. A primeira cabeçada de Alex Mineiro normalmente seria gol, assim como o lindo chute do nosso camisa 7 que o goleiro buscou em uma linda defesa.
Mas não era pro gol sair assim, de forma tão simples. Ele aguardava o momento certo e mais, a pessoa certa.
E a bola caiu em seus pés. Com uma rápida espiada para a direita viu Sandro Silva chegando e lhe apontou com o dedo onde deveria estar. Um toque curto e preciso, finalizado com um bico, chutando para o alto todos os críticos que agora posarão de donos da verdade com seus discursos falaciosos e superficiais.
A bola já havia procurado Valdívia antes. Mas, como quem acorda de um sono profundo, preferiu deixá-la de lado e chutar apenas o vento. Valdivia estava de volta, de corpo e agora alma.
Correu, driblou, caiu um pouco mais do que deveria, levou seu injusto cartão amarelo. As coisas parecem funcionar para nosso Mago apenas quando o tempero é completo e o jogo, fundamental. Deixou Sandro Silva se ajoelhar depois e agradecer a Deus pelo gol. Tinha feito sua parte, em um ordinário lance na segunda etapa. Mas o suficiente para mostrar a todos o que o diferencia dos demais. Valdívia realmente é um jogador complicado. De se prever e, obviamente, se marcar.
Dali em diante apenas a espera pelo apito final. Alguns sustos, algumas oportunidades, mas nada que realmente fosse capaz de mudar a rotação da Terra. Simplesmente porque a bola já não passava mais por seus pés, estava fora de campo, no vestiário ou sabe-se lá onde, temperamental como se permite apenas que os craques sejam.
Logo que saiu de campo, porém, teve tempo para esticar o braço e cumprimentar Caio Jr. Deve ter, naquele rápido instante, agradecido as oportunidades que o pequeno lhe deu. E pensava, apenas para si, que tinha demonstrado ao ex-chefe que aprendeu muito. E ainda pode agraciá-lo com seu futebol.
O Palmeiras vai rumo ao topo, pronto para terminar o turno na liderança e arrancar na hora certa. Com a precisão de Alex Mineiro, a garra interminável e incansável de Kléber, as furadas de Gladstone. Nada importa, quando se vê o Palmeiras pela frente, dentro de sua casa, os adversários apenas tremem.
Nada mais resta às nossas vítimas.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Fazendo o trabalho da imprenssinha
Já que ninguém da imprenssinha se mexe e a coisa vai ficando pro passado, na carona do OV e do Parmerista, vale um passo a passo de como agredir um atleta em campo e sair impune.

Mas parece pouco se importar, afinal, tem as costas ali, dando sopa.
Depois da joelhada, o chão!
Enquanto isso, a bola calmamente sai de campo.
E a fúria Bambi ataca, com um pisão desleal.
Que depois de atingir as pernas do pobre lusitano, esmaga-lhe os dedos (cena captada pelas câmeras da Band, no ângulo oposto).
Mas calma, tem ali um bandeirinha que viu tudo. Tanto viu que se calou (conhece bem as represálias) e logo na sequência Dagoberto, a farsa, faz o gol da virada (ui!) são-paulina.
E AÍ STJD?
Se você também deseja melhores explicações sobre o ocorrido, escreva pra quem tem a caneta em mãos (e qualquer videotape): Paulo Schmitt - paulomschmitt@gmail.com
Veja aqui o vídeo. A partir do minuto 5:33. Agradecimento ao Henrique Alecsander pela dica do link.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Não passa em branco...
Algumas notas pós-rodada que merecem destaque e levantam dúvidas:
Bilheteria fecha cedo, torcedores se revoltam e só entram nos minutos finais
A bilheteria não fechou cedo. Fechou, no local da partida, 4 horas antes do início do jogo como acontece em todos os clássicos em São Paulo. Foi assim no Palmeiras contra os bambis e a mesma Portuguesa. Se enfrentar a Portuguesa é clássico (não acho) é outra discussão. Mas a lei vigora há um bom tempo e quem vai a jogos sempre sabe disso.
Mas o fato curioso é outro. A notícia diz que "A solução encontrada pela diretoria foi pagar um novo lote de cem bilhetes e distribuir", ou seja, foram vendidos ingressos no decorrer da partida.
Infrigiram a lei, fato constatado e declarado pelo próprio São Paulo. Cabe punição, não?
EM TEMPO: acho uma enorme besteira essa restrição, ainda mais quando não se encontra ingressos pra comprar em dezenas de pontos de venda e em horários razoáveis. Pior quando a Portuguesa, com menos torcida que o Flamengo aqui em SP pra dar um exemplo, está envolvida. Mas é lei. Tratem de cassá-la antes de desrespeitá-la.
Após um ano, Dagol brilha no Tricolor
Diz a simpática matéria leonor que, após um ano no ostracismo, Dagoberto reencontrou o bom futebol. Detalhe simples mas que não pode passar em branco: Ele foi contratado em Abril/2007, 1 ano e 5 meses atrás. Só pra auxiliar os globais nas contas.
EM TEMPO II: Procurei, revirei a net atrás da imagem em que este mesmo Dagoberto, pisa deslealmente na perna do jogador Luso. Não encontrei, nem sendo obrigado a assistir aos melhores momentos do jogo. Por essa razão, deixamos a cargo de Paulo Schimitt, procurador do STJD.
E como não custa nada lembrá-los, aqui estão os meios de contatá-los:
Tel.: (21) 2532.8709 / Fax: (21) 2533-4798 - e-mail - stjd@uol.com.br
Mande seu e-mail, não é possível que só o nosso guerreiro seja punido neste campeonato.
Bilheteria fecha cedo, torcedores se revoltam e só entram nos minutos finais
A bilheteria não fechou cedo. Fechou, no local da partida, 4 horas antes do início do jogo como acontece em todos os clássicos em São Paulo. Foi assim no Palmeiras contra os bambis e a mesma Portuguesa. Se enfrentar a Portuguesa é clássico (não acho) é outra discussão. Mas a lei vigora há um bom tempo e quem vai a jogos sempre sabe disso.
Mas o fato curioso é outro. A notícia diz que "A solução encontrada pela diretoria foi pagar um novo lote de cem bilhetes e distribuir", ou seja, foram vendidos ingressos no decorrer da partida.
Infrigiram a lei, fato constatado e declarado pelo próprio São Paulo. Cabe punição, não?
EM TEMPO: acho uma enorme besteira essa restrição, ainda mais quando não se encontra ingressos pra comprar em dezenas de pontos de venda e em horários razoáveis. Pior quando a Portuguesa, com menos torcida que o Flamengo aqui em SP pra dar um exemplo, está envolvida. Mas é lei. Tratem de cassá-la antes de desrespeitá-la.
Após um ano, Dagol brilha no Tricolor
Diz a simpática matéria leonor que, após um ano no ostracismo, Dagoberto reencontrou o bom futebol. Detalhe simples mas que não pode passar em branco: Ele foi contratado em Abril/2007, 1 ano e 5 meses atrás. Só pra auxiliar os globais nas contas.
EM TEMPO II: Procurei, revirei a net atrás da imagem em que este mesmo Dagoberto, pisa deslealmente na perna do jogador Luso. Não encontrei, nem sendo obrigado a assistir aos melhores momentos do jogo. Por essa razão, deixamos a cargo de Paulo Schimitt, procurador do STJD.
E como não custa nada lembrá-los, aqui estão os meios de contatá-los:
Tel.: (21) 2532.8709 / Fax: (21) 2533-4798 - e-mail - stjd@uol.com.br
Mande seu e-mail, não é possível que só o nosso guerreiro seja punido neste campeonato.
domingo, 27 de julho de 2008
Podia ter sido melhor...
Flamengo e Vitória não venceram além, obviamente, do Grêmio com quem empatamos.
Se tivéssemos saído do Olímpico com os 3 pontos a próxima rodada não marcaria apenas nossa "revanche" contra o covarde Caio Jr., como poderia, também, nos colocar na liderança da competição.
Mas não vencemos. E tudo isso começou no exato minuto após sofrermos o penalti, acredite.
Em uma situação desta, além da óbiva vibração dos jogadores pela grande oportunidade conquistada, alguém deve ter a cabeça mais no lugar e ir lá cobrar do árbitro a expulsão do atleta gremista. Porque Kléber estava de frente para o gol, pronto para marcar e foi impedido. A regra é simples mas o árbitro, caseirão, nem amarelo deu.
Pois bem, agora pergunto: alguém viu algum jogador do Palmeiras reclamar, cobrar? Não e o que se viu na sequência foi o cúmulo. Alex Mineiro, artilheiro, fez o gol e levou o seu amarelo pela comemoração.
Ou seja, em parte da regra o péssimo Tardelli acertou, porque Alex não pode fazer os gesto que fez simplesmente porque está na regra. Eu acho uma grande besteira essa determinação mas, vá lá, tem que se adaptar e respeitar.
Mas, por outro lado, descumpriu na não-expulsão do zagueiro gremista e ninguém, repito, niguém, foi lá e o lembrou disso.
Surpreende depois o Grêmio fazer um gol após o atleta ter dominado a bola com a mão ou, então, não termos uma falta sequer marcada a nosso favor, exceção àquelas escandalosas?
Isso sem falar no amarelo que Kléber levou com 2 minutos de jogo. Se fosse o Aloísio ali, qual seria a reação do árbitro?
Por isso eu digo, um jogo se começa a ganhar na segunda feira anterior, com inteligência e declarações bem colocadas na mídia, com instrução aos jogadores, com declarações no intervalo. Não que seja o mais correto mas, enquanto nos calamos, outros bradam a toda por estes campos.
E quem perde, sempre, somos nós.
Se tivéssemos saído do Olímpico com os 3 pontos a próxima rodada não marcaria apenas nossa "revanche" contra o covarde Caio Jr., como poderia, também, nos colocar na liderança da competição.
Mas não vencemos. E tudo isso começou no exato minuto após sofrermos o penalti, acredite.
Em uma situação desta, além da óbiva vibração dos jogadores pela grande oportunidade conquistada, alguém deve ter a cabeça mais no lugar e ir lá cobrar do árbitro a expulsão do atleta gremista. Porque Kléber estava de frente para o gol, pronto para marcar e foi impedido. A regra é simples mas o árbitro, caseirão, nem amarelo deu.
Pois bem, agora pergunto: alguém viu algum jogador do Palmeiras reclamar, cobrar? Não e o que se viu na sequência foi o cúmulo. Alex Mineiro, artilheiro, fez o gol e levou o seu amarelo pela comemoração.
Ou seja, em parte da regra o péssimo Tardelli acertou, porque Alex não pode fazer os gesto que fez simplesmente porque está na regra. Eu acho uma grande besteira essa determinação mas, vá lá, tem que se adaptar e respeitar.
Mas, por outro lado, descumpriu na não-expulsão do zagueiro gremista e ninguém, repito, niguém, foi lá e o lembrou disso.
Surpreende depois o Grêmio fazer um gol após o atleta ter dominado a bola com a mão ou, então, não termos uma falta sequer marcada a nosso favor, exceção àquelas escandalosas?
Isso sem falar no amarelo que Kléber levou com 2 minutos de jogo. Se fosse o Aloísio ali, qual seria a reação do árbitro?
Por isso eu digo, um jogo se começa a ganhar na segunda feira anterior, com inteligência e declarações bem colocadas na mídia, com instrução aos jogadores, com declarações no intervalo. Não que seja o mais correto mas, enquanto nos calamos, outros bradam a toda por estes campos.
E quem perde, sempre, somos nós.
sábado, 26 de julho de 2008
O que está acontecendo nesta rodada?
Tudo bem que até aqui só foram disputadas três partidas da rodada do Brasileirão mas, convenhamos, pro futebol em CNTP, algo errado.
O Coritiba venceu o Náutico lá nos Aflitos, 2X1, gol bem no finzinho. Concordo que em um jogo dessa dimensão tudo se espera, até porque não passam de turistas na Série A. E vem o Coritiba e quebra o bom retrospecto do Náutico em casa.
O Flu, ex quase time grande, saiu na frente e logo levou 3 gols pra dar a vitória pro inconstante Cruzeiro. No Maracanã. E, como desgraça pouca é bobagem, o Fluzão volta a flertar com a Série B mesmo que tenha time pra sair brincando de onde está. Só que esse filme é antigo e aconteceu com Palmeiras, Grêmio, Botafogo.. A cada jogo se espera a reação e tal qual um adolescente mimado, que você sempre dá uma nova chance, vêm os tricolores e estragam tudo.
Pra fechar a noite o Inter, aquele que sempre parece que vai mas não vai, foi derrotado em MG, para o Ipatinga. O clube mineiro vem melhorando nas últimas rodadas e o Inter é o clube com o pior retrospecto como visitante. Portanto, por mais que tenha sido alardeado como um absurdo esta derrota, é compreensível. Registro: o estilo Tite é isso aí. No próximo jogo vencem bem, renovam as esperanças da torcida e logo depois, outra derrota. Libertadores é meta para eles, acredite.
Se as "zebras" persistirem neste domingo o palmeirense dormirá feliz. Primeiro porque verá a Lusa vencer os bambis. O Vasco, na Vila Belmiro, vai faturar três pontos. E nós, no Olímpico, faremos o mesmo.
Sim, porque o Palmeiras vencer amanhã é a menor das três possibilidades de resultado. Não temos jogado bem fora de casa, enfrentaremos um líder de tradição, casa cheia e um árbitro caseiro. Sem Valdívia e mais 4 titulares. Portanto, que o verdão vá lá e vista a fantasia listrada.
Mas não em preto e branco, faça-me o favor.
O Coritiba venceu o Náutico lá nos Aflitos, 2X1, gol bem no finzinho. Concordo que em um jogo dessa dimensão tudo se espera, até porque não passam de turistas na Série A. E vem o Coritiba e quebra o bom retrospecto do Náutico em casa.
O Flu, ex quase time grande, saiu na frente e logo levou 3 gols pra dar a vitória pro inconstante Cruzeiro. No Maracanã. E, como desgraça pouca é bobagem, o Fluzão volta a flertar com a Série B mesmo que tenha time pra sair brincando de onde está. Só que esse filme é antigo e aconteceu com Palmeiras, Grêmio, Botafogo.. A cada jogo se espera a reação e tal qual um adolescente mimado, que você sempre dá uma nova chance, vêm os tricolores e estragam tudo.
Pra fechar a noite o Inter, aquele que sempre parece que vai mas não vai, foi derrotado em MG, para o Ipatinga. O clube mineiro vem melhorando nas últimas rodadas e o Inter é o clube com o pior retrospecto como visitante. Portanto, por mais que tenha sido alardeado como um absurdo esta derrota, é compreensível. Registro: o estilo Tite é isso aí. No próximo jogo vencem bem, renovam as esperanças da torcida e logo depois, outra derrota. Libertadores é meta para eles, acredite.
Se as "zebras" persistirem neste domingo o palmeirense dormirá feliz. Primeiro porque verá a Lusa vencer os bambis. O Vasco, na Vila Belmiro, vai faturar três pontos. E nós, no Olímpico, faremos o mesmo.
Sim, porque o Palmeiras vencer amanhã é a menor das três possibilidades de resultado. Não temos jogado bem fora de casa, enfrentaremos um líder de tradição, casa cheia e um árbitro caseiro. Sem Valdívia e mais 4 titulares. Portanto, que o verdão vá lá e vista a fantasia listrada.
Mas não em preto e branco, faça-me o favor.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
sobre as surras desta quinta
Vi o jogo ao lado do amigo Parmerista e de mais 21 mil palestrinos.
VI que todos acreditavam na vitória mesmo antes da bola rolar o que, com o decorrer da partida, tornou-se uma certeza e logo depois ambição por uma goleada, histórica.
Mas vi também os mesmos defeitos na zaga, coincidentemente, ou não, sobre o mesmo Gladstone e o Santos encostou perigosamente.
Isso tudo depois dos bandeirinhas, só eles, virem impedimento em um gol do Palmeiras e não impedimento em um gol do Santos.
Não importou muito, em nenhum minuto o palmeirense realmente achou que daria tudo errado, como não me deixa mentir Leandro que, logo após, aterrorizou mais uma vez o goleiro do Santos e enfiou uma bola no ângulo, de forma espetacular. Me perdoem o exagero, só tinha visto algo igual em 2002, com Ronaldinho Gaúcho encobrindo Seaman.
Aí o que se viu no segundo tempo foi um Santos perdido e extremamente violento, frente a um Palmeiras que mesmo muito desfalcado, brincou de jogar bola.
Vi Diego Souza jogar bem, Alex Mineiro guardar mais um e a volta de Wendel ao time titular. O mesmo ala/volante da Arrancada Heróica contra os bambis, neste último Paulistão.
Vi tudo e quem viu de menos foi o árbitro, horroroso, sem critério e bundão, pra ficar em um elogio mais ameno. Ele viu bem Valdívia se adiantar em uma falta e foi lá, tacou-lhe um amarelo, o terceiro, mas depois, como quem não quer ver nada, deixou o Santos sarrafar (termo Elifoot) nosso time sem punição alguma.
E enquanto via a surra que o grande Palestra dava e a que tomava o placar eletrônico não parava de anunciar gols do Grêmio. Sete, que desta vez, não foi conta de mentiroso.
E pra fechar a sessão de gala das surras desta quinta, os mesmos Palmeiras e Grêmio se enfrentarão domingo, no Olímpico, em jogo de 6 pontos e 11 gols na bagagem. Já seria imperdível simplesmente por ser Palmeiras, mas, desta vez, ganha ares ainda mais dramáticos porque é contra o líder do campeonato.
E se ganharmos domingo e o Flamengo fizer o mesmo, na próxima quarta enfrentaremos outro líder, em menos de 4 dias.
Não há absolutamente nada melhor para caracterizar nossa arrancada ao pentacampeonato, por mais que o Palmeiras adore tropeçar quando não pode. Mas que somos fortíssimos candidatos ao título, disto não tenho dúvida alguma.
Só não vê quem não quer.
VI que todos acreditavam na vitória mesmo antes da bola rolar o que, com o decorrer da partida, tornou-se uma certeza e logo depois ambição por uma goleada, histórica.
Mas vi também os mesmos defeitos na zaga, coincidentemente, ou não, sobre o mesmo Gladstone e o Santos encostou perigosamente.
Isso tudo depois dos bandeirinhas, só eles, virem impedimento em um gol do Palmeiras e não impedimento em um gol do Santos.
Não importou muito, em nenhum minuto o palmeirense realmente achou que daria tudo errado, como não me deixa mentir Leandro que, logo após, aterrorizou mais uma vez o goleiro do Santos e enfiou uma bola no ângulo, de forma espetacular. Me perdoem o exagero, só tinha visto algo igual em 2002, com Ronaldinho Gaúcho encobrindo Seaman.
Aí o que se viu no segundo tempo foi um Santos perdido e extremamente violento, frente a um Palmeiras que mesmo muito desfalcado, brincou de jogar bola.
Vi Diego Souza jogar bem, Alex Mineiro guardar mais um e a volta de Wendel ao time titular. O mesmo ala/volante da Arrancada Heróica contra os bambis, neste último Paulistão.
Vi tudo e quem viu de menos foi o árbitro, horroroso, sem critério e bundão, pra ficar em um elogio mais ameno. Ele viu bem Valdívia se adiantar em uma falta e foi lá, tacou-lhe um amarelo, o terceiro, mas depois, como quem não quer ver nada, deixou o Santos sarrafar (termo Elifoot) nosso time sem punição alguma.
E enquanto via a surra que o grande Palestra dava e a que tomava o placar eletrônico não parava de anunciar gols do Grêmio. Sete, que desta vez, não foi conta de mentiroso.
E pra fechar a sessão de gala das surras desta quinta, os mesmos Palmeiras e Grêmio se enfrentarão domingo, no Olímpico, em jogo de 6 pontos e 11 gols na bagagem. Já seria imperdível simplesmente por ser Palmeiras, mas, desta vez, ganha ares ainda mais dramáticos porque é contra o líder do campeonato.
E se ganharmos domingo e o Flamengo fizer o mesmo, na próxima quarta enfrentaremos outro líder, em menos de 4 dias.
Não há absolutamente nada melhor para caracterizar nossa arrancada ao pentacampeonato, por mais que o Palmeiras adore tropeçar quando não pode. Mas que somos fortíssimos candidatos ao título, disto não tenho dúvida alguma.
Só não vê quem não quer.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
sobre Palmeiras X Santos
A última vitória sobre o Santos no Palestra Itália foi no já longínquo 2005, com gols de Gioino e Daniel, sob o comando de Paulo Bonamigo, mais precisamente no dia 29 de maio, pelo Campeonato Brasileiro daquele ano.
Depois veio uma derrota, sob a batuta de Émerson Leão e dois empates, ambos com Caio Jr.
Ai eu lhe pergunto caro Palestrino: agora com Luxemburgo, o treinador com maior aproveitamento dentro do Palestra de nossa magnífica história, ex-treinador deles e um time onde Daniel seria apenas uma brincadeira de mau gosto, dá pra pensar em algo que não seja a vitória?
Por isso, renove o espírito ao entrar no estádio nesta quinta, ao ligar sua TV, sintonizar o radinho de pilhas. Estamos anos luz do que estávamos há alguns anos e isto deve apenas trazer esperança, nunca desconfiança.
Com a vitória voltaremos ao G4 prontos para entrar de sola no Grêmio no próximo domingo e, quem sabe, ajudar um pouquinho na degola de Sir Caio Jr.
Seremos penta, acredite!
Depois veio uma derrota, sob a batuta de Émerson Leão e dois empates, ambos com Caio Jr.
Ai eu lhe pergunto caro Palestrino: agora com Luxemburgo, o treinador com maior aproveitamento dentro do Palestra de nossa magnífica história, ex-treinador deles e um time onde Daniel seria apenas uma brincadeira de mau gosto, dá pra pensar em algo que não seja a vitória?
Por isso, renove o espírito ao entrar no estádio nesta quinta, ao ligar sua TV, sintonizar o radinho de pilhas. Estamos anos luz do que estávamos há alguns anos e isto deve apenas trazer esperança, nunca desconfiança.
Com a vitória voltaremos ao G4 prontos para entrar de sola no Grêmio no próximo domingo e, quem sabe, ajudar um pouquinho na degola de Sir Caio Jr.
Seremos penta, acredite!
quarta-feira, 23 de julho de 2008
sobre Porcos e Ratos
Cabe aqui uma explicação aos leitores, por mais óbvia que pareça, da razão do nome deste espaço ser “Sobre Porcos e Ratos”.
A idéia é que este blog seja um espaço para palmeirenses, claro, mas que nos dê a oportunidade de discutir futebol no que tange também nossos rivais, uma vez que, sem eles, não há o futebol propriamente dito.
Tudo isso sob a ótica de um torcedor do Palmeiras e outros tantos palmeirenses que acompanham este espaço. Que seja, aqui, o pontapé inicial para que os leitores possam sugerir pautas e assuntos para discussão, sempre mantendo o bom humor e lembrando aos demais que não existe futebol sem o Palmeiras, ou pelo menos, não existe nada na Mídia Palestrina sem o Palmeiras.
Portanto, fiquem a vontade sempre. Para criticar, sugerir e, quem sabe, até mesmo elogiar caso eu mereça tamanha condecoração. Mas não deixem de participar, até porque o que escrevo é apenas metade do que penso, talvez até menos, e se faz necessário o debate, para que possamos fortalecer nossas convicções e abrir portas para horizontes que antes não pensávamos.
Desta forma, tentarei sempre buscar ao máximo a interação com os leitores, cuja razoável parcela eu conheço pessoalmente e já rendeu bons momentos de conversa regada a cerveja e mais ultimamente, suquinho mesmo porque a Lei Seca ta a toda.
Sendo assim, “Sobre Porcos e Ratos” não apresenta nenhum tipo de restrição quanto ao seu conteúdo. Caso ache pertinente a discussão sobre determinado clube, nos apresente. Textos das mídias independentes dos rivais que apresentam bons pontos também merecem destaque. Tudo, absolutamente tudo o que se refere ao futebol deve ter a oportunidade de aqui ser debatido.
“Sobre Porcos e Ratos” é apenas uma continuação do grande trabalho que a Mídia Palestrina vem realizando há tempos, amadurecendo como jamais se viu uma considerável parcela de torcedores. Como nunca se viu em lugar algum do Brasil, diga-se de passagem.
Por isso, sinta-se em casa. E obrigado pela visita.
A idéia é que este blog seja um espaço para palmeirenses, claro, mas que nos dê a oportunidade de discutir futebol no que tange também nossos rivais, uma vez que, sem eles, não há o futebol propriamente dito.
Tudo isso sob a ótica de um torcedor do Palmeiras e outros tantos palmeirenses que acompanham este espaço. Que seja, aqui, o pontapé inicial para que os leitores possam sugerir pautas e assuntos para discussão, sempre mantendo o bom humor e lembrando aos demais que não existe futebol sem o Palmeiras, ou pelo menos, não existe nada na Mídia Palestrina sem o Palmeiras.
Portanto, fiquem a vontade sempre. Para criticar, sugerir e, quem sabe, até mesmo elogiar caso eu mereça tamanha condecoração. Mas não deixem de participar, até porque o que escrevo é apenas metade do que penso, talvez até menos, e se faz necessário o debate, para que possamos fortalecer nossas convicções e abrir portas para horizontes que antes não pensávamos.
Desta forma, tentarei sempre buscar ao máximo a interação com os leitores, cuja razoável parcela eu conheço pessoalmente e já rendeu bons momentos de conversa regada a cerveja e mais ultimamente, suquinho mesmo porque a Lei Seca ta a toda.
Sendo assim, “Sobre Porcos e Ratos” não apresenta nenhum tipo de restrição quanto ao seu conteúdo. Caso ache pertinente a discussão sobre determinado clube, nos apresente. Textos das mídias independentes dos rivais que apresentam bons pontos também merecem destaque. Tudo, absolutamente tudo o que se refere ao futebol deve ter a oportunidade de aqui ser debatido.
“Sobre Porcos e Ratos” é apenas uma continuação do grande trabalho que a Mídia Palestrina vem realizando há tempos, amadurecendo como jamais se viu uma considerável parcela de torcedores. Como nunca se viu em lugar algum do Brasil, diga-se de passagem.
Por isso, sinta-se em casa. E obrigado pela visita.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
EMERGÊNCIA - SOBRE OS RATOS
É desnecessária qualquer introdução a respeito da carreira política que o Sr. Mustafá Contursi fez no Palmeiras.
Menos necessário, ainda, lembra-los que durante sua longa e interminável gestão o Palmeiras viu suas vozes contrárias serem caladas dentro do clube através de sindicâncias abusivas e "listas negras" de pessoas que não poderiam se associar ao clube, uma vez que estas desejavam e ainda desejam, apenas o bem do Palmeiras, nada além.
Dito isto, nada pode ser mais previsível do que as manobras políticas para que qualquer eleição sobre a Arena seja conturbada e tumultuada.
Não que os ratos não desejem a construção da Arena. Aposto minhas bolas que é isso que querem. Eles querem apenas tumultuar, apontar hipotéticos problemas para que um dia, caso algo de errado, possam se levantar sobre suas poltronas enraizadas do poder e gritar:
EU AVISEI!
Pois bem, para se cuidar de ratos apenas ratoeiras não servem. Porque alguns, mais espertos, vão até lá, comem o queijinho ofertado e retornam a seus esconderijo, crentes de que são mais espertos do que outros.
Então você, fanático palestrino, lê em algum site ou jornal um título desse:
"Grupo de Mustafá quer voto secreto em reunião sobre Arena" link
O que pensa a respeito? Mesmo que não conheça a fundo a vida política do clube consegue pensar que uma manobra dessas é favorável ao Palmeiras ou ao grupo de Mustafá?
Porque o voto secreto? Qual a razão para isto? Eis a explicação de Piraci Oliveira, braço direito e esquerdo de Mustafá a respeito, em especial, dos integrantes da situação:
"Em tese, essas pessoas não teriam liberdade de consciência para votar contra"
Quer dizer que na época em que comandavam o clube ditatorialmente, todos eram livres para votar como bem desejassem? Isto significa que não existia nenhum tipo de censura pelas alamedas do Palestra, que qualquer reclamação contra o mandatário era passível de sindicância e só não chegava ao terrorismo e tortura porque o Brasil evoluiu, ora bolas.
Enquanto o Palmeiras tiver pessoas com essa consciência nos seus subterrâneos, será como alguém que dá longas braçadas no mar fugindo de um naufrágio mas que, de tempos em tempos, engole aquela água salina que entope até os pensamentos.
Enquanto o Palmeirense não se unir e arrancar democraticamente esses ratos do poder, teremos sempre à sombra o maior vilão dos nossos pensamentos.
E sim, será democraticamente. Porque fazemos o jogo dentro das 4 linhas e não corrompendo as mentes mais leigas.
Se Mustafá e seus asseclas votam contra algo só me resta uma conclusão:
Isso é bom para o Palmeiras.
Se a imprensa não pode fazer seu juízo de valor, visite a mídia palestrina que não é comprometida com absolutamente nada que não seja o bem do Palmeiras.
E lembre-se dos seus contos de infãncia: quando há um naufrágio, os ratos são sempre os primeiros a fugir. Mesmo que tenham sido seus dentes e unhas sedentos a causa para isto.
Se você conhece Piraci Oliveira, Mustafá Contursi ou qualquer um dos outros tantos que fugiram da eleição da Arena, ligue agora e pergunte a razão para o não-comparecimento. Se votou em algum deles, cobre em dobro.
Mas não fique alheio. É hora da caça aos Ratos.
Menos necessário, ainda, lembra-los que durante sua longa e interminável gestão o Palmeiras viu suas vozes contrárias serem caladas dentro do clube através de sindicâncias abusivas e "listas negras" de pessoas que não poderiam se associar ao clube, uma vez que estas desejavam e ainda desejam, apenas o bem do Palmeiras, nada além.
Dito isto, nada pode ser mais previsível do que as manobras políticas para que qualquer eleição sobre a Arena seja conturbada e tumultuada.
Não que os ratos não desejem a construção da Arena. Aposto minhas bolas que é isso que querem. Eles querem apenas tumultuar, apontar hipotéticos problemas para que um dia, caso algo de errado, possam se levantar sobre suas poltronas enraizadas do poder e gritar:
EU AVISEI!
Pois bem, para se cuidar de ratos apenas ratoeiras não servem. Porque alguns, mais espertos, vão até lá, comem o queijinho ofertado e retornam a seus esconderijo, crentes de que são mais espertos do que outros.
Então você, fanático palestrino, lê em algum site ou jornal um título desse:
"Grupo de Mustafá quer voto secreto em reunião sobre Arena" link
O que pensa a respeito? Mesmo que não conheça a fundo a vida política do clube consegue pensar que uma manobra dessas é favorável ao Palmeiras ou ao grupo de Mustafá?
Porque o voto secreto? Qual a razão para isto? Eis a explicação de Piraci Oliveira, braço direito e esquerdo de Mustafá a respeito, em especial, dos integrantes da situação:
"Em tese, essas pessoas não teriam liberdade de consciência para votar contra"
Quer dizer que na época em que comandavam o clube ditatorialmente, todos eram livres para votar como bem desejassem? Isto significa que não existia nenhum tipo de censura pelas alamedas do Palestra, que qualquer reclamação contra o mandatário era passível de sindicância e só não chegava ao terrorismo e tortura porque o Brasil evoluiu, ora bolas.
Enquanto o Palmeiras tiver pessoas com essa consciência nos seus subterrâneos, será como alguém que dá longas braçadas no mar fugindo de um naufrágio mas que, de tempos em tempos, engole aquela água salina que entope até os pensamentos.
Enquanto o Palmeirense não se unir e arrancar democraticamente esses ratos do poder, teremos sempre à sombra o maior vilão dos nossos pensamentos.
E sim, será democraticamente. Porque fazemos o jogo dentro das 4 linhas e não corrompendo as mentes mais leigas.
Se Mustafá e seus asseclas votam contra algo só me resta uma conclusão:
Isso é bom para o Palmeiras.
Se a imprensa não pode fazer seu juízo de valor, visite a mídia palestrina que não é comprometida com absolutamente nada que não seja o bem do Palmeiras.
E lembre-se dos seus contos de infãncia: quando há um naufrágio, os ratos são sempre os primeiros a fugir. Mesmo que tenham sido seus dentes e unhas sedentos a causa para isto.
Se você conhece Piraci Oliveira, Mustafá Contursi ou qualquer um dos outros tantos que fugiram da eleição da Arena, ligue agora e pergunte a razão para o não-comparecimento. Se votou em algum deles, cobre em dobro.
Mas não fique alheio. É hora da caça aos Ratos.
domingo, 20 de julho de 2008
Ninguém se salva
A rodada 13 do Brasilerão faz jus ao número que carrega e nos presenteia com zebras, vexames e o que mais lhe interesse.
Destaque, óbvio e negativo, fica pra derrota do Palmeiras. Mas, antes disso, se faz necessário uma breve ressalva, roubada das palavras de Alberto Helena Jr.
"Como se vê, ninguém está a salvo nesse Brasileirão. "
Poderíamos lamentar a derrota por ser diante uma brava atuação do Goiás (não foi), sob seus domínios (metade do estádio era habitado por palmeirenses), por uma zebra (3 gols tomados não é zebra), ou pelos craques que vestem o manto esmeraldino, mas não este nosso, e sim aquele do planalto central (muito menos: o Goiás é medíocre).
Feita a breve análise nos restam duas alternativas para a derrota: a primeira é a arbitragem, que deixou de assinalar dois penaltis claros para nós. Claros como as faltas que o péssimo Alício Pena Júnior marca a rodo no meio de campo.
A mesma falta que é marcada fora da área deve ser marcada dentro. Regra é regra e muitos irão dizer que nem tudo o que se marca fora é falta, portanto, menos mal que não marquem 6 penalidades por jogo. Mas aí vem o tal "critério" e o sujeito, no caso o péssimo APJ, se perde todo, se lambuza como criança chupando sorvete.
Culpar a arbitragem por si só justificaria então? Não! Até porque vejo que os árbitros erram muito, em todos os jogos e os grandes prejudicados sempre serão as grandes equipes. Isso vale um post futuro e me cobrem caso falte por aqui.
Voltando ao jogo, a segunda razão para nossa derrota só poderia ser: nós mesmos. O Palmeiras perdeu nos erros crassos da sua defesa, em especial Gladstone, que não se contenta apenas em fazer besteira lá atrás. Tem sempre que levantar os dedinhos e apontar para algum lado. Nos meus dias mais irritados já saberia até que destino sugerir a ele com estes dedos.
Kléber foi expulso mais uma vez e, sinceramente, pareceu justo. Apenas pela cara que fez e a indignação da comissão técnica. Qualquer definição além desta será mera conjectura de quem deseja rotulá-lo um "bad boy". As câmeras não captaram nada, nem o próprio juiz sabe a razão. O fato é que está marcado pela arbitragem. Não foi a última expulsão dele neste campeonato e, tendo ou não justificativas na próxima, acontecerá.
Denílson foi outro expulso e aqui saio em defesa ao jogador. O time adversário faz o que quer em campo, no último lance temos um claro escanteio a nosso favor e o apitador vai lá e marca tiro de meta. Fiquei satisfeito com sua postura extra-campo de cobrar quem erra e prejudica o Palmeiras. Se deveria ou não ter ido reclamar fica para aqueles que acham que todo o resto cabe a diretoria. Eu não acho.
Mas perdemos. Não adianta mais lamentar, o time deve se reerguer, ter vergonha na cara e ganhar do Santos. Sem Léo Lima, Kléber, Denílson, Martinez, a zaga titular...
Retomo nosso amigo Alberto Helena Jr. e temos a derrota do Flamengo, o cavalo paraguaio do ano, em pleno Maracanã. Qual será o pensamento de Caio Jr., hoje, depois de negar milionária proposta do Qatar e ver a diretoria retribui-lo com a negociação de um de seus principais jogadores, o meia Marcinho?
O Santos ganhou apenas para que o Palmeiras não seja o salvador da pátria na quinta. Sim, porque está pra existir clube que permite mais "ressurgidas" do que nós, mais "quebras de jejum" de atacante, mais um monte de coisas.
Menos mal ainda que o Cruzeiro também perdeu e continua ali no bolo. Os bambis ganharam no sufoco, no finalzinho e já tomaram nossa frente. Isto também irrita mas a certeza é de que é temporário. Perderão dois jogadores importantes para a seleção olímpica e não tem substitutos a altura. Como também não temos e sofremos.
Que venha a vitória na quinta e junto a ela, também, um futebol um pouco mais digno. Sem firulas na defesa, sem sono no meio de campo, sem displicência no ataque. Este campeonato brasileiro está muito nivelado e não graças ao bom futebol de alguns. Acontece porque todos vacilam muito e perdem pontos preciosos, quando menos se espera. E, nestas condições, sempre se espera um Palmeiras, em especial um time de Luxemburgo, se sobressaindo. Um terço do campeonato já se foi, hora da arrancada.
Que se não precisa ainda ser heróica que seja, pelo menos, efetiva. Nesse "vai não vai" é que não dá mais.
Destaque, óbvio e negativo, fica pra derrota do Palmeiras. Mas, antes disso, se faz necessário uma breve ressalva, roubada das palavras de Alberto Helena Jr.
"Como se vê, ninguém está a salvo nesse Brasileirão. "
Poderíamos lamentar a derrota por ser diante uma brava atuação do Goiás (não foi), sob seus domínios (metade do estádio era habitado por palmeirenses), por uma zebra (3 gols tomados não é zebra), ou pelos craques que vestem o manto esmeraldino, mas não este nosso, e sim aquele do planalto central (muito menos: o Goiás é medíocre).
Feita a breve análise nos restam duas alternativas para a derrota: a primeira é a arbitragem, que deixou de assinalar dois penaltis claros para nós. Claros como as faltas que o péssimo Alício Pena Júnior marca a rodo no meio de campo.
A mesma falta que é marcada fora da área deve ser marcada dentro. Regra é regra e muitos irão dizer que nem tudo o que se marca fora é falta, portanto, menos mal que não marquem 6 penalidades por jogo. Mas aí vem o tal "critério" e o sujeito, no caso o péssimo APJ, se perde todo, se lambuza como criança chupando sorvete.
Culpar a arbitragem por si só justificaria então? Não! Até porque vejo que os árbitros erram muito, em todos os jogos e os grandes prejudicados sempre serão as grandes equipes. Isso vale um post futuro e me cobrem caso falte por aqui.
Voltando ao jogo, a segunda razão para nossa derrota só poderia ser: nós mesmos. O Palmeiras perdeu nos erros crassos da sua defesa, em especial Gladstone, que não se contenta apenas em fazer besteira lá atrás. Tem sempre que levantar os dedinhos e apontar para algum lado. Nos meus dias mais irritados já saberia até que destino sugerir a ele com estes dedos.
Kléber foi expulso mais uma vez e, sinceramente, pareceu justo. Apenas pela cara que fez e a indignação da comissão técnica. Qualquer definição além desta será mera conjectura de quem deseja rotulá-lo um "bad boy". As câmeras não captaram nada, nem o próprio juiz sabe a razão. O fato é que está marcado pela arbitragem. Não foi a última expulsão dele neste campeonato e, tendo ou não justificativas na próxima, acontecerá.
Denílson foi outro expulso e aqui saio em defesa ao jogador. O time adversário faz o que quer em campo, no último lance temos um claro escanteio a nosso favor e o apitador vai lá e marca tiro de meta. Fiquei satisfeito com sua postura extra-campo de cobrar quem erra e prejudica o Palmeiras. Se deveria ou não ter ido reclamar fica para aqueles que acham que todo o resto cabe a diretoria. Eu não acho.
Mas perdemos. Não adianta mais lamentar, o time deve se reerguer, ter vergonha na cara e ganhar do Santos. Sem Léo Lima, Kléber, Denílson, Martinez, a zaga titular...
Retomo nosso amigo Alberto Helena Jr. e temos a derrota do Flamengo, o cavalo paraguaio do ano, em pleno Maracanã. Qual será o pensamento de Caio Jr., hoje, depois de negar milionária proposta do Qatar e ver a diretoria retribui-lo com a negociação de um de seus principais jogadores, o meia Marcinho?
O Santos ganhou apenas para que o Palmeiras não seja o salvador da pátria na quinta. Sim, porque está pra existir clube que permite mais "ressurgidas" do que nós, mais "quebras de jejum" de atacante, mais um monte de coisas.
Menos mal ainda que o Cruzeiro também perdeu e continua ali no bolo. Os bambis ganharam no sufoco, no finalzinho e já tomaram nossa frente. Isto também irrita mas a certeza é de que é temporário. Perderão dois jogadores importantes para a seleção olímpica e não tem substitutos a altura. Como também não temos e sofremos.
Que venha a vitória na quinta e junto a ela, também, um futebol um pouco mais digno. Sem firulas na defesa, sem sono no meio de campo, sem displicência no ataque. Este campeonato brasileiro está muito nivelado e não graças ao bom futebol de alguns. Acontece porque todos vacilam muito e perdem pontos preciosos, quando menos se espera. E, nestas condições, sempre se espera um Palmeiras, em especial um time de Luxemburgo, se sobressaindo. Um terço do campeonato já se foi, hora da arrancada.
Que se não precisa ainda ser heróica que seja, pelo menos, efetiva. Nesse "vai não vai" é que não dá mais.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
NÃO MEXA COM ELA!!!!
Eis que, incomodadas com o fato de enfrentarem um adversário que jamais afina e não poderem distribuir suas joelhadas pelas costas, o novo Casal 20 (A.Silva+A.Dias) esteve histérico estes dias:"Se a gente for analisar alguns lances, esse rapaz (Kléber) está no esporte errado. Eu acho que ele deveria sim estar fazendo boxe, jiu-jitsu. Futebol é o que ele não está jogando ultimamente" - disse André Dias
Coitada das meninas. Estão bravas, e com razão, porque aos poucos percebem que não podem fazer o que bem entendem com tornozelos, costas e joelhos alheios - Há réplica. Nada mais natural.
Utilizando boa parte de sua assessoria de imprensa informal - alguns jornalecos e sites por aí - ajudam a divulgar a fama de bad boy de Kléber, o guerreiro. Está dando certo, óbvio, e com raras exceções na mídia (destaque para Flávio Prado que defende Kleber como a um filho) todos ficam de olho em suas "artimanhas" (palavra em moda essa não?)
Um picolé pra quem me disser qual falta o juizão de ontem marcou sobre ele. E olha que houve umas 3 pelo menos.
Voltando ao assunto das Barbies, não bastasse a deslealdade em campo retribuida com lances como o que se vê acima, os discursinhos chorados nos fazem rir duas vezes. A primeira quando o sujeito lamenta. A segunda, quando Kléber responde:
"Os caras falam demais. O André Dias tem 30 anos e jogou em Paysandu, Paraná e Goiás. Não saio do jogo falando nada. Eu tomo minha pancada e fico quieto. O Alex Silva reclamou de um pisão no peito dele, mas a namorada ficou nervosa e acabou respondendo. Isso é normal".
Veja a declaração no amigo Parmerista. E chupa, bambi!
Nota: sim, esta foi uma cotovelada desleal e este blogueiro não faz apologia a lances assim. O fato é que, minutos antes, ele havia sido atingido de forma covarde e como as câmeras de TV não captaram, ficou por isso mesmo. No futebol, diferentemente da vida, o Código de Hamurabi é defendido por todos, mesmo que em linhas confusas e sem saberem do que se trata. No futebol nada é mais justo do que "o olho por olho, dente por dente". Quando Eduardo, aquele ex-brasileiro teve a perna estourada pelo zagueirão inglês, não foram poucos os que defenderam o afastamento do "agressor" até que a vítima possa voltar a campo. Portanto, sem demagogias. André Dias teve dentro de campo algo que mereceu por ser anti-desportista antes. E fique agora com um hematoma, uma cicatriz, um passado relembrado pela mediocridade, uma desclassificação nas costas e o título de namorada de Alex Silva. Assim deve ser o futebol.
Nada como um bom freguês
A rodada, se não surpreendeu pelos resultados, o fez pelos muitos gols e belo público.
Grêmio e Sport empataram na Ilha do Retiro, nada mais previsível e normal. Assim como a vitória do Cruzeiro, no finalzinho de novo, é verdade, mas justa.
Nada a se destacar, também, na vitória bambi sobre o Vitória. Exceto pelo fato, talvez - mas já comum - de um gol mal anulado do time baiano quando o jogo estava no zero. Já a Lusa teve a noite da virada e o Santos, bem, deixa esse pra lá. O único grande de SP que nunca caiu está com a senha 002 em mãos. A 001 já tem dono desde que subiu ano passado e atende por Ipatinga. Até pro Botafogo eles perdem.
Mas vamos ao que realmente interessa: jogamos, vencemos bem e a bruxa que andava circulando as alamedas do Palestra já parece pegar sua vassoura e ir pra bem longe.
A noite prometia: ao meu lado, no Palestra, um talismã que só viu o time perder em campo uma única vez, e olha que já esteve em muitos jogos do Palmeiras. Trajando a camisa da sorte, já tinha me profetizado:
"Se eu vou ao jogo o Palmeiras não perde. Só quando o Viola imitou o porco em 93 mas então, percebendo que fez uma grande bobagem, Ele me colocou na segunda partida e deu no que deu"
Então tá bom. Thiago Neves bem que tentou calar o Palestra mas percebeu que por esses lados existem duas coisas que não se ve lá nas Laranjeiras: história e torcida. O restante sobre o sujeito está no post abaixo, que aliás, será um espaço para que deixe sua mensagem fraternal ao nosso ex-futuro jogador, se é que existe um termo assim.
Como de praxe não tecerei comentários a respeito da parte tática da partida, essas coisas mais elaboradas. Não sou do ramo.
Mas, abro parênteses aqui para destacar alguns jogadores que estiveram acima da média hoje, inclusive de suas próprias atuações.
Kléber brigou muito e fez dois gols de cabeça, com uma curiosidade: sem sair do chão em nenhum deles.
Sandro Silva foi um guerreiro lá atrás e muito, mas muito bem assessorado por Léo Lima, que foi o dono do meio de campo. Leandro e Denílson, os garçons da noite, estiverem também em bela jornada.
E teve Maicosuel. A torcida do Palmeiras ainda nem sabe pronunciar seu nome, sequer escrever (é com um ou dois "s"?). Mas bastaram 4 minutos com o manto para que já balançasse as redes. Apenas como comparação: Lenny já fez 35 partidas pelo Palmeiras, a maioria entrando no segundo tempo, sejamos justos, e não fez nenhum até agora. Nada! Então, das duas uma: ou Lenny não curte muito esta idéia de empurrar a bola além da baliza ou o outro garoto, este mais novo do nome ainda mais estranho, tem muita estrela.
Então Palestrino, seja paciente. Não adianta criticar e querer a cabeça de todos quando as vitórias não vêm. Pra quem torce e defende uma lenda como o Palmeiras, tudo é questão de tempo. Quem sabe até mesmo gol de Lenny.
E o talismã saiu do Palestra feliz. Manteve a escrita e se sentia responsável pela vitória. "Me agradeça" - dizia ele ao final. Avisei que sou cético e não acredito nestes rituais para a vitória, exceto, claro, pelo mesmo assento no estádio, em todos os jogos. E ele completou:
"Também tinha essa mania quando era mais jovem. Em todos os jogos no Morumbi ficava no mesmo lugar. Só troquei na final do Paulista de 86 porque lá estava lotado."
Então tá talismã. Ainda bem que você só viu o Palmeiras perder, "in loco", uma mísera vez. Volto a pensar agora, até, que Denys não teve culpa no gol. Foi o lugar onde estava.
Durma feliz Palestrino. Domingo tem mais.
Grêmio e Sport empataram na Ilha do Retiro, nada mais previsível e normal. Assim como a vitória do Cruzeiro, no finalzinho de novo, é verdade, mas justa.
Nada a se destacar, também, na vitória bambi sobre o Vitória. Exceto pelo fato, talvez - mas já comum - de um gol mal anulado do time baiano quando o jogo estava no zero. Já a Lusa teve a noite da virada e o Santos, bem, deixa esse pra lá. O único grande de SP que nunca caiu está com a senha 002 em mãos. A 001 já tem dono desde que subiu ano passado e atende por Ipatinga. Até pro Botafogo eles perdem.
Mas vamos ao que realmente interessa: jogamos, vencemos bem e a bruxa que andava circulando as alamedas do Palestra já parece pegar sua vassoura e ir pra bem longe.
A noite prometia: ao meu lado, no Palestra, um talismã que só viu o time perder em campo uma única vez, e olha que já esteve em muitos jogos do Palmeiras. Trajando a camisa da sorte, já tinha me profetizado:
"Se eu vou ao jogo o Palmeiras não perde. Só quando o Viola imitou o porco em 93 mas então, percebendo que fez uma grande bobagem, Ele me colocou na segunda partida e deu no que deu"
Então tá bom. Thiago Neves bem que tentou calar o Palestra mas percebeu que por esses lados existem duas coisas que não se ve lá nas Laranjeiras: história e torcida. O restante sobre o sujeito está no post abaixo, que aliás, será um espaço para que deixe sua mensagem fraternal ao nosso ex-futuro jogador, se é que existe um termo assim.
Como de praxe não tecerei comentários a respeito da parte tática da partida, essas coisas mais elaboradas. Não sou do ramo.
Mas, abro parênteses aqui para destacar alguns jogadores que estiveram acima da média hoje, inclusive de suas próprias atuações.
Kléber brigou muito e fez dois gols de cabeça, com uma curiosidade: sem sair do chão em nenhum deles.
Sandro Silva foi um guerreiro lá atrás e muito, mas muito bem assessorado por Léo Lima, que foi o dono do meio de campo. Leandro e Denílson, os garçons da noite, estiverem também em bela jornada.
E teve Maicosuel. A torcida do Palmeiras ainda nem sabe pronunciar seu nome, sequer escrever (é com um ou dois "s"?). Mas bastaram 4 minutos com o manto para que já balançasse as redes. Apenas como comparação: Lenny já fez 35 partidas pelo Palmeiras, a maioria entrando no segundo tempo, sejamos justos, e não fez nenhum até agora. Nada! Então, das duas uma: ou Lenny não curte muito esta idéia de empurrar a bola além da baliza ou o outro garoto, este mais novo do nome ainda mais estranho, tem muita estrela.
Então Palestrino, seja paciente. Não adianta criticar e querer a cabeça de todos quando as vitórias não vêm. Pra quem torce e defende uma lenda como o Palmeiras, tudo é questão de tempo. Quem sabe até mesmo gol de Lenny.
E o talismã saiu do Palestra feliz. Manteve a escrita e se sentia responsável pela vitória. "Me agradeça" - dizia ele ao final. Avisei que sou cético e não acredito nestes rituais para a vitória, exceto, claro, pelo mesmo assento no estádio, em todos os jogos. E ele completou:
"Também tinha essa mania quando era mais jovem. Em todos os jogos no Morumbi ficava no mesmo lugar. Só troquei na final do Paulista de 86 porque lá estava lotado."
Então tá talismã. Ainda bem que você só viu o Palmeiras perder, "in loco", uma mísera vez. Volto a pensar agora, até, que Denys não teve culpa no gol. Foi o lugar onde estava.
Durma feliz Palestrino. Domingo tem mais.
A César o que é de César
Apenas para relaxar:
Vitória tranquila, com um bom e efetivo futebol, garra do primeiro ao último lance e generosos coros da torcida aquele que se acha acima do bem e do mal, que assina e acha que não vale mais nada e pior, culpa ainda aqueles que fizeram apenas seu papel.
Thiago Neves, bem que você tentou calar o Palestra Itália. Mas se esqueceu, por alguns instantes, que enquanto defende um clube que conta suas maiores conquistas em um dedo, o adversário pode se gabar de ter sido, apenas, o maior campeão do século passado.
Sim, o Fluminense tem em você o craque do time. Pro clube que é está bom. Saudações Palestrinas.
Vitória tranquila, com um bom e efetivo futebol, garra do primeiro ao último lance e generosos coros da torcida aquele que se acha acima do bem e do mal, que assina e acha que não vale mais nada e pior, culpa ainda aqueles que fizeram apenas seu papel.
Thiago Neves, bem que você tentou calar o Palestra Itália. Mas se esqueceu, por alguns instantes, que enquanto defende um clube que conta suas maiores conquistas em um dedo, o adversário pode se gabar de ter sido, apenas, o maior campeão do século passado.
Sim, o Fluminense tem em você o craque do time. Pro clube que é está bom. Saudações Palestrinas.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Ah não!
Eu sou um dos que acham que, por mais que a imprensa não seja lá muito favorável ao Palmeiras, algumas vezes exageramos e vemos coisas onde não há.
Mas desta vez, por mais uma vez, forçaram a barra. Veja o título da matéria:
"Flu garante estar pronto para as artimanhas extracampo do Palmeiras"
Não, não é matéria do blog do Vivi (depois conto com calma a razão de delicada alcunha), muito menos do laranjada Paulinho-sabe-se-lá-quem.
O veículo é o Globoesporte.com e o nome da figura que assinou a reportagem é Caio Barbosa, do RJ.
Mas vamos lá entender quais são essas "artimanhas" do Palmeiras:
"Os jogadores do Fluminense garantiram que o time está preparado para enfrentar não apenas os atletas do Palmeiras, mas as artimanhas extracampo que vêm fazendo parte da rotina quando se trata de jogo no Palestra Itália. Na semifinal do Paulistão, contra o São Paulo, os jogadores do Tricolor tiveram de voltar a campo no intervalo da partida, pois o vestiário estava impregnado de gás de pimenta. Outra estratégia do adversário é molhar o gramado pouco antes da partida, para prejudicar, especialmente, o goleiro visitante."
Pra começar, o jornalista (?) rasga qualquer perícia que já foi feita e, na onda do que as Barbies alarmam, culpa o Palmeiras e ponto final. Não tem nem a dúvida na questão, foram os malditos italianinhos e sua corja mau-caráter.
E ao final, mostra que uma das artimanhas, cruel e insensata por sinal, é encharcar o campo de jogo com água, vejam bem, água, para prejudicar o goleiro adversário.
Sim, o goleiro adversário porque o Marcos, já sabendo dessa tramóia mussoliana, joga com pés-de-pato e snorkel.
Durante a leitura da matéria, que não dura mais do que 20, 25 segundos, o Palestrino vê o sangue subir, os dedos tremerem e a cabeça doer. Não é possível que algum atleta do Fluminense, o simpático time pequeno do RJ, seja capaz de qualquer declaração assim, à toa.
E Fernando Henrique, o goleiro das defesas impossíveis e gols fáceis, me prova isso:
"A gente sabe que lá rolam essas coisas, mas estamos preparados. No último jogo, caiu um temporal e não tivemos problemas."
Então, em um exercício de conjecturas para se descobrir qual teria sido a pergunta do jornalista (?) ao goleiro, chego à uma conclusão: Fernando Henrique foi perguntado sobre o temível gás e respondeu que na última partida por aqui, caiu um temporal. De gás.
E Fabinho, o volante desconhecido (você sabe quem é?), completa ao nosso amigo jornalista (?) sua opinião sobre as terríveis artimanhas extra-campo:
"A meu ver, molhar campo não ganha jogo. Encaro como uma mania deles. E também não acho que o negócio do gás tenha sido determinante para a vitória no Paulista. Acho que ganha uma partida quem estiver mais determinado, mais concentrado, e não quem usa estes artifícios."
Ah, então ele disse que o gás não influenciou, nem faz acusações sobre quem o jogou ou quem o efetivamente fraudou. Apenas diz que isso não interferiu uma vez, não interferiria em uma hipótetica segunda vez e o campo molhado, bem, sobre isso nem muita atenção dá.
Mas volte pro título e veja como está lá, claro, que os jogadores do Flu estão sim preparados pra todas as artimanhas extra-campos, destes maledetos e sujos porcos de Perdizes, aqueles fascistas que encontraram no Brasil o fértil terreno para eternizar suas malvadezas.
Se você ainda quiser ler a matéria toda, clique aqui.
Agora, se você também quer mandar esse jornalista à merda, e me perdoem o linguajar mas, sabe como é, sou palmeirense, desta laia que citei acima, sem escrúpulos, sem educação, sem porra nenhuma, deixe o comentário com seu nome que, ao final do jogo contra o Fluminense, encaminharei todos os agradecimentos ao amigo jornalista (?).
Só uma coisa: tratemos "merda" como o limite para comentários. Porque sabe como é, quem lê aqui também é palmeirense, a coisa pode desandar, enfim, vamos fingir que somos civilizados pelo menos uma vez.
Mas desta vez, por mais uma vez, forçaram a barra. Veja o título da matéria:
"Flu garante estar pronto para as artimanhas extracampo do Palmeiras"
Não, não é matéria do blog do Vivi (depois conto com calma a razão de delicada alcunha), muito menos do laranjada Paulinho-sabe-se-lá-quem.
O veículo é o Globoesporte.com e o nome da figura que assinou a reportagem é Caio Barbosa, do RJ.
Mas vamos lá entender quais são essas "artimanhas" do Palmeiras:
"Os jogadores do Fluminense garantiram que o time está preparado para enfrentar não apenas os atletas do Palmeiras, mas as artimanhas extracampo que vêm fazendo parte da rotina quando se trata de jogo no Palestra Itália. Na semifinal do Paulistão, contra o São Paulo, os jogadores do Tricolor tiveram de voltar a campo no intervalo da partida, pois o vestiário estava impregnado de gás de pimenta. Outra estratégia do adversário é molhar o gramado pouco antes da partida, para prejudicar, especialmente, o goleiro visitante."
Pra começar, o jornalista (?) rasga qualquer perícia que já foi feita e, na onda do que as Barbies alarmam, culpa o Palmeiras e ponto final. Não tem nem a dúvida na questão, foram os malditos italianinhos e sua corja mau-caráter.
E ao final, mostra que uma das artimanhas, cruel e insensata por sinal, é encharcar o campo de jogo com água, vejam bem, água, para prejudicar o goleiro adversário.
Sim, o goleiro adversário porque o Marcos, já sabendo dessa tramóia mussoliana, joga com pés-de-pato e snorkel.
Durante a leitura da matéria, que não dura mais do que 20, 25 segundos, o Palestrino vê o sangue subir, os dedos tremerem e a cabeça doer. Não é possível que algum atleta do Fluminense, o simpático time pequeno do RJ, seja capaz de qualquer declaração assim, à toa.
E Fernando Henrique, o goleiro das defesas impossíveis e gols fáceis, me prova isso:
"A gente sabe que lá rolam essas coisas, mas estamos preparados. No último jogo, caiu um temporal e não tivemos problemas."
Então, em um exercício de conjecturas para se descobrir qual teria sido a pergunta do jornalista (?) ao goleiro, chego à uma conclusão: Fernando Henrique foi perguntado sobre o temível gás e respondeu que na última partida por aqui, caiu um temporal. De gás.
E Fabinho, o volante desconhecido (você sabe quem é?), completa ao nosso amigo jornalista (?) sua opinião sobre as terríveis artimanhas extra-campo:
"A meu ver, molhar campo não ganha jogo. Encaro como uma mania deles. E também não acho que o negócio do gás tenha sido determinante para a vitória no Paulista. Acho que ganha uma partida quem estiver mais determinado, mais concentrado, e não quem usa estes artifícios."
Ah, então ele disse que o gás não influenciou, nem faz acusações sobre quem o jogou ou quem o efetivamente fraudou. Apenas diz que isso não interferiu uma vez, não interferiria em uma hipótetica segunda vez e o campo molhado, bem, sobre isso nem muita atenção dá.
Mas volte pro título e veja como está lá, claro, que os jogadores do Flu estão sim preparados pra todas as artimanhas extra-campos, destes maledetos e sujos porcos de Perdizes, aqueles fascistas que encontraram no Brasil o fértil terreno para eternizar suas malvadezas.
Se você ainda quiser ler a matéria toda, clique aqui.
Agora, se você também quer mandar esse jornalista à merda, e me perdoem o linguajar mas, sabe como é, sou palmeirense, desta laia que citei acima, sem escrúpulos, sem educação, sem porra nenhuma, deixe o comentário com seu nome que, ao final do jogo contra o Fluminense, encaminharei todos os agradecimentos ao amigo jornalista (?).
Só uma coisa: tratemos "merda" como o limite para comentários. Porque sabe como é, quem lê aqui também é palmeirense, a coisa pode desandar, enfim, vamos fingir que somos civilizados pelo menos uma vez.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Perdemos pras Barbies
Acho que minha opinião sobre o jogo é muito próxima do que falou nosso atacante Kléber:
"Perder no Morumbi é normal. O Palmeiras não tem nada a reclamar. Jogamos na casa do São Paulo, que é sempre forte e vai lutar pelo título. O que não pode acontecer é perder pontos para o Figueirense e Portuguesa, por exemplo. Em casa somos obrigados a vencer sempre."
Sei que muitos, e me incluo nesta em boa parte das vezes, acha inadmissível uma derrota em clássicos. Ainda mais quando a derrota vem com um futebol horroroso, uma dupla de zaga patética, volantes que não marcam ninguém, laterais nulos, meias apagados e atacantes sem poder de decisão nenhum. Ah, e com técnico escalando mal e substituindo da mesma forma.
Mas, temos que ter um pouco de calma e olhar de forma racional o que acontece. Acho uma enorme injustiça, por exemplo, crucificarem o Valdívia como muitos estão fazendo. Não vem jogando bem, isto é fato, mas daí a torcer para que seja negociado logo chega a irritar.
O Palmeiras perdeu porque era um clássico, na casa do adversário e não jogou nada. As barbies se postaram bem em campo, tiveram mais vontade e souberam aproveitar um pouco das muitas chances que criaram. Têm sua parcela de mérito.
O que não podemos fazer agora é abrir a temporada de caça às bruxas. Não custa lembrar que perdemos três jogos seguidos no Paulista este ano, para times infinitamente inferiores e nos recuperamos com uma série de catorze jogos invictos. Com dez vitórias seguidas. DEZ.
O Palmeiras vai se encontrar no campeonato. Já se passaram 11 rodadas mas, restam ainda 27. Com tantos pontos a se disputar o que amedronta estar 6 ou 15 pontos atrás do líder? A mim nada.
Ainda mais quando o líder é comandado por Caio Jr e tem Souza e Tardelli no ataque. Convenhamos.
Por isso palestrino, seja paciente. Quarta estamos novamente em campo e devemos apoiar a equipe em busca do bom e efetivo futebol novamente. Nada de melindres e despero.
Pra quem passou 8 anos à margem da elite do futebol brasileiro, não custa nada esperar mais uns 2 meses. E daí, sim, cobrar sem piedade.
Por hora, Avanti Palestra!
"Perder no Morumbi é normal. O Palmeiras não tem nada a reclamar. Jogamos na casa do São Paulo, que é sempre forte e vai lutar pelo título. O que não pode acontecer é perder pontos para o Figueirense e Portuguesa, por exemplo. Em casa somos obrigados a vencer sempre."
Sei que muitos, e me incluo nesta em boa parte das vezes, acha inadmissível uma derrota em clássicos. Ainda mais quando a derrota vem com um futebol horroroso, uma dupla de zaga patética, volantes que não marcam ninguém, laterais nulos, meias apagados e atacantes sem poder de decisão nenhum. Ah, e com técnico escalando mal e substituindo da mesma forma.
Mas, temos que ter um pouco de calma e olhar de forma racional o que acontece. Acho uma enorme injustiça, por exemplo, crucificarem o Valdívia como muitos estão fazendo. Não vem jogando bem, isto é fato, mas daí a torcer para que seja negociado logo chega a irritar.
O Palmeiras perdeu porque era um clássico, na casa do adversário e não jogou nada. As barbies se postaram bem em campo, tiveram mais vontade e souberam aproveitar um pouco das muitas chances que criaram. Têm sua parcela de mérito.
O que não podemos fazer agora é abrir a temporada de caça às bruxas. Não custa lembrar que perdemos três jogos seguidos no Paulista este ano, para times infinitamente inferiores e nos recuperamos com uma série de catorze jogos invictos. Com dez vitórias seguidas. DEZ.
O Palmeiras vai se encontrar no campeonato. Já se passaram 11 rodadas mas, restam ainda 27. Com tantos pontos a se disputar o que amedronta estar 6 ou 15 pontos atrás do líder? A mim nada.
Ainda mais quando o líder é comandado por Caio Jr e tem Souza e Tardelli no ataque. Convenhamos.
Por isso palestrino, seja paciente. Quarta estamos novamente em campo e devemos apoiar a equipe em busca do bom e efetivo futebol novamente. Nada de melindres e despero.
Pra quem passou 8 anos à margem da elite do futebol brasileiro, não custa nada esperar mais uns 2 meses. E daí, sim, cobrar sem piedade.
Por hora, Avanti Palestra!
O problema devia ser o Palmeiras
No Brasileirão do ano passado, próximo da mesma rodada que se encerrou hoje, o campeonato era um bolo.
Vários times, entre eles Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e mais uns 4 estavam nos primeiros lugares, com diferenças de pontos tão pequenas que bastava um tropeço para cair 5 posições.
E o Palmeiras tropeçou muito. Deixou alguns pontinhos preciosos aqui no Palestra, contra Cruzeiro e Atlético Paranaense e, por nenhuma vez chegou a se consolidar de fato, e com folga, no grupo do G4.
Pois bem, neste ano com o campeonato em circusntâncias semelhantes está ele lá, Caio Jr, com seu Flamengo em larga vantagem sobre os rivais.
Hoje foi um baile sobre o Vasco da Gama, sério candidato a cair. O ultimo gol do Flamengo foi espetacular, digno de se rever até que seja possível entender a trajetória daquela bola!
No Mineirão, deu a lógica, no último minuto é verdade, mas o Cruzeiro batalhou e com o grande Ramires, que joga muito, virou pra cima do Galo afundando um pouco mais o rival.
Teve um clássico em Pernambuco também mas, convenhamos, quem se importa além deles mesmos? O Sport bateu o Náutico e os dois farão campanha igualmente irregular e sem grandes pretensões no campeonato.
O Santos persiste em sua batalha para também ser rebaixado e juntar-se aos outros três grandes do estado que já cairam. Caso não se lembre de alguém, vai uma dica.
O Botafogo é muito fraco, não tem opções de elenco e este ano, por vez, parece que a tal "magia" que os colocava em boas jornadas e razoáveis participações se foi.
Inter e Atl Pr empataram em um gol, aliás, o penalti que originou o gol dos bambis paranaenses é de deixar qualquer um irritado. Vi alguns lances da partida e me impressionei com a virilidade e maldade com que jogaram. Índio, que empatou pros bambis riograndenses do sul, nem era para estar jogando àquela altura.
Já no Olímpico, de virada, o Grêmio bateu a Lusa com dois gols de Marcel, o segundo em um lindo semi-voleio (existe isso?). Tivemos, também, mais uma derrota do Ipatinga, desta vez pro Figueirense. Nem vou escrever nada a respeito porque seria tudo invenção. Sequer vi o gol desse jogo.
E, claro, tivemos o duelo com as bonecas lá na casa da barbie. Mas sobre isso falo depois, com mais calma.
Vários times, entre eles Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro e mais uns 4 estavam nos primeiros lugares, com diferenças de pontos tão pequenas que bastava um tropeço para cair 5 posições.
E o Palmeiras tropeçou muito. Deixou alguns pontinhos preciosos aqui no Palestra, contra Cruzeiro e Atlético Paranaense e, por nenhuma vez chegou a se consolidar de fato, e com folga, no grupo do G4.
Pois bem, neste ano com o campeonato em circusntâncias semelhantes está ele lá, Caio Jr, com seu Flamengo em larga vantagem sobre os rivais.
Hoje foi um baile sobre o Vasco da Gama, sério candidato a cair. O ultimo gol do Flamengo foi espetacular, digno de se rever até que seja possível entender a trajetória daquela bola!
No Mineirão, deu a lógica, no último minuto é verdade, mas o Cruzeiro batalhou e com o grande Ramires, que joga muito, virou pra cima do Galo afundando um pouco mais o rival.
Teve um clássico em Pernambuco também mas, convenhamos, quem se importa além deles mesmos? O Sport bateu o Náutico e os dois farão campanha igualmente irregular e sem grandes pretensões no campeonato.
O Santos persiste em sua batalha para também ser rebaixado e juntar-se aos outros três grandes do estado que já cairam. Caso não se lembre de alguém, vai uma dica.
O Botafogo é muito fraco, não tem opções de elenco e este ano, por vez, parece que a tal "magia" que os colocava em boas jornadas e razoáveis participações se foi.
Inter e Atl Pr empataram em um gol, aliás, o penalti que originou o gol dos bambis paranaenses é de deixar qualquer um irritado. Vi alguns lances da partida e me impressionei com a virilidade e maldade com que jogaram. Índio, que empatou pros bambis riograndenses do sul, nem era para estar jogando àquela altura.
Já no Olímpico, de virada, o Grêmio bateu a Lusa com dois gols de Marcel, o segundo em um lindo semi-voleio (existe isso?). Tivemos, também, mais uma derrota do Ipatinga, desta vez pro Figueirense. Nem vou escrever nada a respeito porque seria tudo invenção. Sequer vi o gol desse jogo.
E, claro, tivemos o duelo com as bonecas lá na casa da barbie. Mas sobre isso falo depois, com mais calma.
sábado, 12 de julho de 2008
A nota de 3 reais
Quem me conhece e lê este blog o que, até o momento são poucos e praticamente todos, sabe o que penso sobre Juca Kfouri.
Nada diferente do sentimento da Mídia Palestrina, de irritação pelas meia-verdades e a incrível capacidade de se contradizer em menos de uma semana.
Não suporto o sujeito também porque mantém sob suas asas alguns fiéis e cegos escudeiros que nada mais se prezam a fazer além de desferir comentários que o chefão, pela notoriedade e cargo que ocupa, não pode.
Isto por si só justificaria um post inteiro, melhor, uma análise inteira provando que JK faz exatamente o que critica: utilização de laranjas, posts concebidos por "fontes desinteressadas" e por aí vai.
Mas, tenho que admitir, o homem escreve razoavelmente bem. Tem um senso de humor inteligente, critica e faz joça de alguém sem que este mesmo perceba. Às vezes vai além e faz isto de forma descarada. Semana passada foi na comparação entre Beluzzo e Edgard Soares. E hoje me vem com essa:
"Aí, quem fez gol foi Marcelinho Carioca que, faz tempo, não joga mais no Corinthians.
Foi só e tudo o que fez, sem comemorar, mas comemorando, autêntico como uma nota de três."
Pena que o planeta demorou uns 15 anos pra descobrir o mau caráter que o ex-gambá é. E vai demorar mais uns 10 pra descobrir outro. E olha que já estamos alertando há tempos...
Nada diferente do sentimento da Mídia Palestrina, de irritação pelas meia-verdades e a incrível capacidade de se contradizer em menos de uma semana.
Não suporto o sujeito também porque mantém sob suas asas alguns fiéis e cegos escudeiros que nada mais se prezam a fazer além de desferir comentários que o chefão, pela notoriedade e cargo que ocupa, não pode.
Isto por si só justificaria um post inteiro, melhor, uma análise inteira provando que JK faz exatamente o que critica: utilização de laranjas, posts concebidos por "fontes desinteressadas" e por aí vai.
Mas, tenho que admitir, o homem escreve razoavelmente bem. Tem um senso de humor inteligente, critica e faz joça de alguém sem que este mesmo perceba. Às vezes vai além e faz isto de forma descarada. Semana passada foi na comparação entre Beluzzo e Edgard Soares. E hoje me vem com essa:
"Aí, quem fez gol foi Marcelinho Carioca que, faz tempo, não joga mais no Corinthians.
Foi só e tudo o que fez, sem comemorar, mas comemorando, autêntico como uma nota de três."
Pena que o planeta demorou uns 15 anos pra descobrir o mau caráter que o ex-gambá é. E vai demorar mais uns 10 pra descobrir outro. E olha que já estamos alertando há tempos...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Passando a régua...
Fim da 10 rodada.
Ruim para nós, MAS, poderia ser pior. Com os empates de Flamengo, Grêmio e Cruzeiro meio que fica tudo na mesma.
Não, não venha dizer que "o Vitória tá subindo e vai incomodar". É o Botafogo de 2007.
Pra fechar a rodada o Vasco tacou logo 4 no Sport, time que foi do meu coração por 180 minutos este ano e o Cruzeiro empatou com sua cria, o Ipatinga. Relato histórico: o Ipatinga está para MG assim como o São Caetano está para SP. Nunca foram nada e logo mais voltarão a sê-lo, ou não sê-lo. Apoiados pelo dinheiro dos metais da região e contratando meio time desprezado pelo Cruzeiro fizeram a festa por uns 2 anos no Campeonato Mineiro mas logo voltarão ao ostracismo. Nenhuma previsão fantástica.
E restou o Palmeiras. Quase 20 mil palestrinos em campo, tempo frrrio, ingresso caro, na verdade, abusivo, time sem 5 ou 6 titulares e vá lá, empate com o Figueirense. Vou pular a análise do jogo, isto o amigo Parmerista faz e muito bem. Entretanto, impossível negar que hoje vi a atuação mais bizarra de um jogador este ano com a camisa do Palmeiras. O nome da figura é Jefferson e não caio nesse papo de dar tempo pro garoto. Dois jogos são suficientes pra saber que o cara é muito fraco e não aguenta o peso do que carrega. Infelizmente.
Por fim, a ansiedade por domingo. Não sei não, mas algo me diz que teremos uma partida modorrenta. Que pelo menos venham os 3 pontos.
Ruim para nós, MAS, poderia ser pior. Com os empates de Flamengo, Grêmio e Cruzeiro meio que fica tudo na mesma.
Não, não venha dizer que "o Vitória tá subindo e vai incomodar". É o Botafogo de 2007.
Pra fechar a rodada o Vasco tacou logo 4 no Sport, time que foi do meu coração por 180 minutos este ano e o Cruzeiro empatou com sua cria, o Ipatinga. Relato histórico: o Ipatinga está para MG assim como o São Caetano está para SP. Nunca foram nada e logo mais voltarão a sê-lo, ou não sê-lo. Apoiados pelo dinheiro dos metais da região e contratando meio time desprezado pelo Cruzeiro fizeram a festa por uns 2 anos no Campeonato Mineiro mas logo voltarão ao ostracismo. Nenhuma previsão fantástica.
E restou o Palmeiras. Quase 20 mil palestrinos em campo, tempo frrrio, ingresso caro, na verdade, abusivo, time sem 5 ou 6 titulares e vá lá, empate com o Figueirense. Vou pular a análise do jogo, isto o amigo Parmerista faz e muito bem. Entretanto, impossível negar que hoje vi a atuação mais bizarra de um jogador este ano com a camisa do Palmeiras. O nome da figura é Jefferson e não caio nesse papo de dar tempo pro garoto. Dois jogos são suficientes pra saber que o cara é muito fraco e não aguenta o peso do que carrega. Infelizmente.
Por fim, a ansiedade por domingo. Não sei não, mas algo me diz que teremos uma partida modorrenta. Que pelo menos venham os 3 pontos.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
A semi rodada
O Santos deve fugir dos últimos lugares logo logo, principalmente após a estréia dos outros reforços que chegaram nas últimas semanas e, o entrosamento dos que já estrearam.
Mas o sinal vermelho já está aceso e deve começar a piscar cada vez mais se as vitórias não vierem.
E não é que o Vitória surpreende? Obviamente que é um cavalo paraguaio, ou baiano como preferir, mas que vem bem, isso é nítido. A surra dada hoje sobre o pequeno do RJ foi vergonhosa.
E os bambis? Se ganharmos do Figueirense amanhã, o que é extremamente provável, o clássico de domingo será jogo de 9 pontos. Por que? Pois nossa vitória dara exatamente esta diferença de pontos sobre elas.
Sobre o restante, nada surpreendente. A Lusa alterna bons e péssimos momentos, o Galo só finge que não é horroroso e Caio Jr vai ganhando os pontos que darão a esperança, apenas isto, de o Flamengo ser campeão.
Por fim o Fluminense botou o time com cabeça em campo e sapecou logo no 3 no Atl Pr. Ano perdido pra eles.
Ahh, tem o Inter também. Ganhou só pra parecer que, finalmente, agora vai. Mas não vai, acredite.
Mas o sinal vermelho já está aceso e deve começar a piscar cada vez mais se as vitórias não vierem.
E não é que o Vitória surpreende? Obviamente que é um cavalo paraguaio, ou baiano como preferir, mas que vem bem, isso é nítido. A surra dada hoje sobre o pequeno do RJ foi vergonhosa.
E os bambis? Se ganharmos do Figueirense amanhã, o que é extremamente provável, o clássico de domingo será jogo de 9 pontos. Por que? Pois nossa vitória dara exatamente esta diferença de pontos sobre elas.
Sobre o restante, nada surpreendente. A Lusa alterna bons e péssimos momentos, o Galo só finge que não é horroroso e Caio Jr vai ganhando os pontos que darão a esperança, apenas isto, de o Flamengo ser campeão.
Por fim o Fluminense botou o time com cabeça em campo e sapecou logo no 3 no Atl Pr. Ano perdido pra eles.
Ahh, tem o Inter também. Ganhou só pra parecer que, finalmente, agora vai. Mas não vai, acredite.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
E a briga das bonecas?
Nada é mais engraçado do que mulheres brigando, a histeria, os puxões de cabelo, os arranhões.
Não porque quem lhes escreve incita a violência. Longe disso. Mas, digamos, é uma batalhiazinha inofensiva.
Pois bem, as bonecas Zé Luis e Alex Silva que bem podiam formar uma dupla sertaneja com seus nomes compostos, se pegaram em campo.
Poderia ser apenas o indício de uma crise (não de TPM), o que de fato é, mas é contra a regra do jogo.
Pra começar a conversa, ambos deveriam ter sido expulso no decorrer do jogo. Não tem diferença se são rivais em campo ou não.
Mais, o STJD tem que pegar a fitinha do jogo e puni-los, já que essa baboseira de punir qualquer um está na moda.
Ponto. A discussão deve começar por aqui e não com reportagem fazendo troça da coisa toda.
Duvida? Leia aqui.
Por fim, basta dizer que empatar com o vice-lanterna, em casa, com time completo e tudo, beira o ridículo. Achei que fosse exclusividade do Palmeiras de Caio Jr. e Márcio Araújo.
O resto é assessoria de imprensa da Barbie tratando bem da crise. Como ninguém mais o faz por essas terras.
Não porque quem lhes escreve incita a violência. Longe disso. Mas, digamos, é uma batalhiazinha inofensiva.
Pois bem, as bonecas Zé Luis e Alex Silva que bem podiam formar uma dupla sertaneja com seus nomes compostos, se pegaram em campo.
Poderia ser apenas o indício de uma crise (não de TPM), o que de fato é, mas é contra a regra do jogo.
Pra começar a conversa, ambos deveriam ter sido expulso no decorrer do jogo. Não tem diferença se são rivais em campo ou não.
Mais, o STJD tem que pegar a fitinha do jogo e puni-los, já que essa baboseira de punir qualquer um está na moda.
Ponto. A discussão deve começar por aqui e não com reportagem fazendo troça da coisa toda.
Duvida? Leia aqui.
Por fim, basta dizer que empatar com o vice-lanterna, em casa, com time completo e tudo, beira o ridículo. Achei que fosse exclusividade do Palmeiras de Caio Jr. e Márcio Araújo.
O resto é assessoria de imprensa da Barbie tratando bem da crise. Como ninguém mais o faz por essas terras.
O maior "ponto" do ano
A atuação do Palmeiras, por pelo menos 70 minutos hoje, fez qualquer um sentir saudades dos times de Estevam Soares e, vá lá, Murtosa.
Mas desta vez tinhamos São Marcos, o maior, em grande jornada.
Empate com gosto de vitória e breve saída do G4, apenas por critérios de saldo.
Sobre a arbitragem, o de sempre: despreparados, ruins e confusos. Para os dois lados.
Destaque positivo para a vontade, apenas isto de Diego Souza e negativo para o complexo defensivo como um todo, exceção, óbvia, ao nosso goleiro.
Quinta tem Figueirense no Palestra, no frio e custando caro. Ou seja, 3 pontos mais do que obrigatórios.
Mas desta vez tinhamos São Marcos, o maior, em grande jornada.
Empate com gosto de vitória e breve saída do G4, apenas por critérios de saldo.
Sobre a arbitragem, o de sempre: despreparados, ruins e confusos. Para os dois lados.
Destaque positivo para a vontade, apenas isto de Diego Souza e negativo para o complexo defensivo como um todo, exceção, óbvia, ao nosso goleiro.
Quinta tem Figueirense no Palestra, no frio e custando caro. Ou seja, 3 pontos mais do que obrigatórios.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Eu fui Flu...
Por um dia, mais precisamente uma noite, mas fui Fluminense.
E não porque eliminou dois dos maiores beneficiados pela arbitragem por essas bandas luso-hispânicas do passado, nem por ser mais um time a vencer a Libertadores antes da eventual e bem hipotética conquista do Corinthians.
Muito menos fui Flu por gostar de Renato Gaúcho e seu jeito debochado que irrita aos jornalistas e rivais, ou Washington, jogador que sou fã pela perseverança e humildade.
Fui Flu porque ontem decidi torcer para o Brasil. E, em tempos onde a seleção brasileira não merece nada além que nosso repúdio, deu orgulho a festa dos brasileiros antes e durante a partida.
Só quem já esteve na pele de algum dos 85 fluminensistas (tricolores aqui não, por favor) e dos outros tantos milhares pelo Brasil sabe o nervosismo e angústia que uma final dessas carrega.
E só quem já perdeu uma final exatamente da mesma forma pode se solidarizar.
E não porque eliminou dois dos maiores beneficiados pela arbitragem por essas bandas luso-hispânicas do passado, nem por ser mais um time a vencer a Libertadores antes da eventual e bem hipotética conquista do Corinthians.
Muito menos fui Flu por gostar de Renato Gaúcho e seu jeito debochado que irrita aos jornalistas e rivais, ou Washington, jogador que sou fã pela perseverança e humildade.
Fui Flu porque ontem decidi torcer para o Brasil. E, em tempos onde a seleção brasileira não merece nada além que nosso repúdio, deu orgulho a festa dos brasileiros antes e durante a partida.
Só quem já esteve na pele de algum dos 85 fluminensistas (tricolores aqui não, por favor) e dos outros tantos milhares pelo Brasil sabe o nervosismo e angústia que uma final dessas carrega.
E só quem já perdeu uma final exatamente da mesma forma pode se solidarizar.
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