Não escrevi nos últimos dias em razão de um misto de tristeza, com a derrota para o Flamengo, e desprezo, que tenho sentido por alguns atletas esmeraldinos.
Nem cabe aqui listar agora as razões pela qual estamos fora da briga pelo título, lutando desesperadamente pela Libertadores. Todos tem sua parcela de culpa, dentro e fora de campo, mas ninguém pode efetivamente ir lá e decidir como os atletas durante o jogo, talvez por isso eu tenha um profundo desgosto com alguns que lá estão hoje.
Domingo passado tive uma sensação única em minha vida: assisti ao jogo das meninas no clube e ao seu final eu simplesmente não queria entrar no Palestra. Não tinha tesão, não fazia a menor questão. Algo que até mesmo me envergonha falar, mas senti desprezo pelo Palmeiras. Some-se a isso enfrentar um clube morto, desprezível.
O sentimento persistiu 90 minutos. Não vibrei gol, nem do Kléber nem do Pierre, mesmo sendo os únicos jogadores de linha que talvez merecessem isso.
Devo dizer, domingo o Palmeiras gigante e eterno não merecia em campo um torcedor como eu. Ainda hoje, quatro dias depois, prefiro pensar desta forma.
Mas que este Palmeiras não merece muita coisa, disso também não tenho dúvida alguma.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Um palmeirense de chuteiras...
Que me desculpem os amigos da Mídia Palestrina que não concordaram com a atitude de Marcos no jogo contra o Grêmio.
Ali, logo após o gol, eu esperava apenas uma atitude digna da camisa que vestem e quem me presenteou foi Ele, o Santo.
Não esperem que eu seja racional julgando que restavam ainda mais de 15 minutos de jogo. Foda-se. Não havia diferença entre perder ou empatar, não há nada mais frustante do que decepcionar seus torcedores em casa.
Marcos saiu com a bola nos pés, mesmo sendo pouquíssimo habilidoso para isso, mas como que dizendo aos demais atletas que aqui é Palmeiras!
Ano que vem ele estará novamente debaixo das traves, defendendo as cores que sempre amou, enquanto muitos dos vagabundos que se arrastaram em campo estarão procurando vagas na Ásia ou no cú da Europa.
Ele saiu com a bola nos pés para mostrar a gente como Evandro que mesmo sendo medíocre na linha consegue ser mais ameaçador que esse franzino e péssimo meia.
Para Lenny aprender o que é jogar bola, para que Granja e Leandro não durmam satisfeitos com suas performances nojentas.
Para que Martinez entenda o que é subir numa porra de uma bola e pare de pensar em Itália, Corinthians ou o caralho a quatro, como anda fazendo.
Para tudo e mais um pouco, para mostrar aquele engravatado quem realmente pode extrapolar quando o assunto é Palmeiras.
Marcos não é maior que a instituição, mas certamente, a instituição não seria tão grande se não o tivesse como goleiro por tanto tempo.
Quando acabou o jogo tudo o que deveria ter feito era estender a mão direita a Pierre, a esquerda para Gustavo e se retirar, entregando o título para as meninas, porque há pouquíssimo a ser feito agora.
Marcos pode. Quantas vezes quiser e por quanto tempo quiser. Temos não apenas uma dívida com o goleiro salvador, mas principalmente, uma dívida com o homem Marcos.
Porque ele é um palmeirense de chuteiras, como qualquer um de nós gostaríamos de ser.
Ali, logo após o gol, eu esperava apenas uma atitude digna da camisa que vestem e quem me presenteou foi Ele, o Santo.
Não esperem que eu seja racional julgando que restavam ainda mais de 15 minutos de jogo. Foda-se. Não havia diferença entre perder ou empatar, não há nada mais frustante do que decepcionar seus torcedores em casa.
Marcos saiu com a bola nos pés, mesmo sendo pouquíssimo habilidoso para isso, mas como que dizendo aos demais atletas que aqui é Palmeiras!
Ano que vem ele estará novamente debaixo das traves, defendendo as cores que sempre amou, enquanto muitos dos vagabundos que se arrastaram em campo estarão procurando vagas na Ásia ou no cú da Europa.
Ele saiu com a bola nos pés para mostrar a gente como Evandro que mesmo sendo medíocre na linha consegue ser mais ameaçador que esse franzino e péssimo meia.
Para Lenny aprender o que é jogar bola, para que Granja e Leandro não durmam satisfeitos com suas performances nojentas.
Para que Martinez entenda o que é subir numa porra de uma bola e pare de pensar em Itália, Corinthians ou o caralho a quatro, como anda fazendo.
Para tudo e mais um pouco, para mostrar aquele engravatado quem realmente pode extrapolar quando o assunto é Palmeiras.
Marcos não é maior que a instituição, mas certamente, a instituição não seria tão grande se não o tivesse como goleiro por tanto tempo.
Quando acabou o jogo tudo o que deveria ter feito era estender a mão direita a Pierre, a esquerda para Gustavo e se retirar, entregando o título para as meninas, porque há pouquíssimo a ser feito agora.
Marcos pode. Quantas vezes quiser e por quanto tempo quiser. Temos não apenas uma dívida com o goleiro salvador, mas principalmente, uma dívida com o homem Marcos.
Porque ele é um palmeirense de chuteiras, como qualquer um de nós gostaríamos de ser.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
E assim caminha a humanidade...
"Tem que ser punido" - bradava Milton Neves, ao assistir e reprisar pela milésima vez o lance em que Diego Souza acertava um tapa na cara do jogador Fabrício do Cruzeiro.
Não preciso buscar imagens do ocorrido para que o leitor saiba que foi um lance idiota, involuntário, de um atleta que olhava a bola, apenas ela, e estica o braço para conter o avanço do adversário, provavelmente mirando-lhe o peito. Diego Souza erra e sua mão acerta o rosto do ex-corinthiano.
Pois bem, 22:46 do mesmo domingo, vitória histórica do Palmeiras e a imagem de Diego Souza é transmitida em rede nacional, para que assim não passasse despercebida dos atentos olhos de Paulo Schimitt, procurador do STJD.
Na mesma semana, aliás, no dia seguinte, encontrei Milton Neves no Jantar dos Veteranos do Palmeiras e ao lado do palestrino Téo o indagamos sobre sua influência em situações como essa.
Disse-nos algo como: "O Paulo Schimitt assiste a todos os programas de esporte, ele busca ali suas denúncias. O que fiz foi folclórico, não vai acontecer nada, o palmeirense não pode ficar bravo por isso".
Estava certo Milton Neves. No primeiro julgamento Diego Souza foi liberado, sem grandes problemas, e assim estava fora de cogitação ser punido por algo como, digamos, bater um penalti com paradinha.
Mas Paulo Schimitt não se deu por satisfeito. Requisitou novo julgamento ao atleta, ocorrido hoje, e ele está fora do duelo contra o Grêmio, no domingo.
Paulo Schmitt e sua corja estupraram o futebol.
E digo isso não por ser um atleta do Palmeiras, ou a absolvição do rival. Mas por terem poderes ilimitados para direcionar um Campeonato tão equilibrado como o que temos hoje. Pode parecer exagero mas, acredite, não é.
A merda toda vem de longe e teve seu ápice na suspensão de vários atletas gremistas por prazos absurdos. Ali, naquele instante, se criou um burburinho na imprensa e torcedores de que o Palmeiras era o grande beneficiado da coisa toda, que tudo estava armado no que diziam ser o campeonato da Traffic.
Quando chega hoje, semana que antecede o clássico nacional, faz bem o STJD em punir um atleta do Palmeiras para que lhe retribuam em sorrisos os dirigentes gremistas. O que mais impressiona em tudo isso é enxergar como se preocupam com os caras errados algumas pessoas. O tal de Krieger, diretor do Grêmio, em meio a gritos desesperados apontava a armação pró-Palmeiras.
E ai pergunto: como ficou o caso Dagoberto, ilustrado na imagem acima, que pisou deslealmente em um colega de profissão? Haverá novo julgamento? Teremos isonomia?
A grande verdade é que nem adianta gastar dedos e teclas com um discurso raivoso. O que se passou hoje enoja não apenas aos palmeirenses, como todos que gostam de futebol. Da mesma forma como enojou quando vi os atletas gremistas em suas penas abusivas. Como enoja saber que um bando de torcedores engravatados julgam o destino do Campeonato baseado em apelos de jornalistas, de dirigentes. Ou então, porque não pensar que julgam por interesses particulares.
A grande verdade é que nem adianta gastar dedos e teclas com um discurso raivoso. O que se passou hoje enoja não apenas aos palmeirenses, como todos que gostam de futebol. Da mesma forma como enojou quando vi os atletas gremistas em suas penas abusivas. Como enoja saber que um bando de torcedores engravatados julgam o destino do Campeonato baseado em apelos de jornalistas, de dirigentes. Ou então, porque não pensar que julgam por interesses particulares.
Eu gostaria de 5 minutos de conversa com o Sr. Paulo Schimitt para mostrá-lo o que realmente deveria ser passível de punição. Das pesadas.
Da vontade de nem assistir mais a esta merda...
domingo, 2 de novembro de 2008
GANHAMOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Léo Lima, Léo Lima, Léo Lima!!!GOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!
Vamos Palmeiras, voltamos fortes, mesmo com uma arbitragem de um filho da puta que fez de tudo pra tirar Kléber do próximo jogo, mas nada faz quando o caçam.
Por um árbitro filho da puta que SÓ contra a gente finge que viu o lance pra ir contra o bandeirinha.
Por um Santos que não quer mais nada no campeonato, mas prefere que ELAS ganhem do que nós.
Por um Palmeiras que se superou, mesmo não jogando bem o segundo tempo e selou no finalzinho nosso destino.
Por Léo Lima, outrora ótimo volante mas que realmente vem em má fase mas estava lá, pronto pra empurrar aquela merda pro fundo do gol do descontrolado goleiro santista.
Por nós Palmeirenses, na vitória e na derrota, mas sobretudo, pela nossa eterna esperança em ver o gigante Palmeiras em campo como se estivesse em 72, 93 ou 96.
VAMOS PALESTRA!!
RUMO AO PENTA!
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